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Você conhece alguém que já morou em Machu Pichu? Acho que ninguém... Agora nos responda: você já viu algum Fenício dando uma voltinha lá na Pedra da Gávea no Rio de Janeiro a 842 metros acima do nível do mar? Talvez alguém tenha visto o Roberto Carlos, o Erasmo, a Wanderléa e os Trapalhões na área mas isso não significa que as tais “inscrições” fenícias na pedra sejam a prova concreta da passagem desse povo pela América do Sul.

No século XIX o carioca, sempre galhofeiro, viu o formato de uma cabeça com barba desenhada na montanha. Diziam que era o rosto do Imperador D. Pedro II. Mas bem antes, o seu avô D. João VI intrigado com a figura barbuda ordenou que uma equipe de investigadores observasse de perto as origens da “coisa”. O grupo detectou a existência de sinais escavados na “têmpora” direita da figura quase humana, cada um desses sinais medindo 15 metros por 4. Nada mais foi feito ou dito até que em 23 de março de 1839 uma outra expedição com os historiadores Manoel de Araújo Porto Alegre, J. Cunha Barbosa e o capelão imperial J. Rodrigues Monteiro relatou a existência das tais “inscrições”, exatamente como está descrito em um documento oficial. Porém como ninguém queria tirar o privilégio dos portugueses de terem descoberto o Brasil, a coisa foi morrendo, soterrado sob o nome de “inscrições da Natureza”.

Quase 100 anos depois em 1928, Bernardo da Silva Ramos o “Champolion brasileiro” afirmou em seu livro “Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica, especialmente do Brasil” que as inscrições eram fenícias. Como se não bastasse Ramos e um grupo de arqueólogos detectou uma quantidade surpreendente de provas da passagem de árabes, chineses, gregos e é claro fenícios em território brasileiro. A tradução do fenício para o português seria: “TYRO PHENICIA, BADEZIR, PRIMOGÊNITO DE JETHBAAL”, posteriormente corrigida pelo Prof. Henrique José de Souza fundador do movimento eubiótico para: “TYRO PHENICIA, JETHBAAL, PRIMOGÊNITO DE BADEZIR”. JETH-BAAL ou YET-BAAL seriam filhos primogênitos de um rei fenício chamado BADEZIR, e não o contrário. A explicação para algo tão incrível está abaixo.

3 anos depois uma expedição subiu a Pedra para localizar o túmulo de um suposto rei fenício desaparecido em 850 A.C.. Essa discussão só teve fim quando um grupo organizado pelo Instituto de Arqueologia Brasileira subiu ao topo da montanha barbada declarando que as inscrições não possuíam qualquer fundamento científico ou histórico.

Mas a “lenda” só fica interessante para o leitor de mistérios se analisarmos a história sob o ponto de vista místico.

 

O longo trecho abaixo retirado da página http://www.vidhya-virtual.com/Vidhya2/gavea3.htm nos deixa mais intrigados.“Segundo o Prof. Henrique José de Souza, BADEZIR foi um Rei fenício que viveu por volta do ano 800 A.C. Era viúvo e tinha 8 filhos. Os primogênitos eram gêmeos e odiados pelos outros irmãos. Há tempos se tramava a deposição do Imperador Badezir. Um conluio entre as castas militar e religiosa destronou o Rei e o expulsou, juntamente com os dois gêmeos. A frota do exílio era composta de seis navios, dos quais nos dois primeiros foi assim distribuída a corte exilada:
1o.) Badezir, os dois filhos, YET-BAAL e YET-BAAL-BEL, oito Sacerdotes, cujo chefe tinha o nome de BAAL-ZIN (literalmente, “O Deus da Luz e do Fogo”), dois escravos núbios, tripulação e soldados (que deveriam retornar);
2o.) Gente do povo e 49 militares expulsos por terem ficado fiéis a Badezir e 222 representantes da elite fenícia.
Dirigiu-se a frota do exílio para o Brasil, local de há muito conhecido pelos fenícios. O próprio nome “Brasil”, como nos ensina o Prof. Henrique, deriva de “Badezir”...  Aqui chegando, formaram-se duas cortes: uma de natureza Temporal, composta por Badezir, Sacerdotes, militares, e que se estendia do Amazonas a Salvador, Bahia; e outra, de cunho espiritual, formada pelos Gêmeos YET-BAAL, os 222 membros da elite fenícia e os dois escravos núbios.  O pesquisador alemão Ludwig Schwennhagen estabelece que os fenícios estiveram no Brasil por pelo menos 800 anos, no mínimo, deixando suas marcas por todos os lugares. (...) Perto da confluência dos rios Longá e Parnaíba, no Piauí, há um lago onde um porto e navios fenícios foram encontrados. Senhores de uma técnica, hoje perdida para o mundo, para a edificação e a moldagem de monumentos ciclópicos, esculpir imensos blocos de pedra não era algo tão impossível quanto parece. (...) A Pedra da Gávea, na época dos fenícios era um grande Templo, esculpido interiormente e formado por grandes salões. Comunicava-se com a praia rochosa que se encontra imediatamente abaixo da pedra (...) que une todos os locais iniciáticos e sagrados do mundo, como também para os chamados MUNDOS SUBTERRÂNEOS ou INTERIORES, onde, como afirma a SABEDORIA INICIÁTICA DAS IDADES, se encontra a parte “espiritual” do Ser-vivo “TERRA”, ou seja, o GOVERNO ESPIRITUAL DO MUNDO, composto por Sete Cidades do País de AGHARTA, ASGARDI, ERDEMI, BELOVEDYE, AYODHYÃ, AVALON, etc., cuja capital é SHAMBALLAH!”.

Incrível? Olha essa então: você acredita que a Pedra da Gávea é utilizada como base para discos voadores?

 

E que seres ou entidades de outras Eras permanecem protegendo a Pedra? Lembre-se que essa é a sua sessão de mistérios: aqui tudo é possível.

Em http://br.geocities.com/nasaclubebrasil/gavea.html podemos ler uma série de “causos”, um mais estapafúrdio do que o outro:
“MACROMANON, um ser com três metros de altura e pele esverdeada, é o guardião da Pedra da Gávea.
Bolas de fogo (Foo Fighters) e objetos voadores não identificados aparecem nas redondezas, entre o Pico do Papagaio e Dois Irmãos, voando em direção ao mar, sumindo na linha do horizonte, por trás da Ilha Rasa.

Fala-se de pessoas que se deslocaram através de seu corpo astral e conseguem penetrar no interior da Pedra da Gávea, que junto aos visionários, quase sempre afirmam que a Pedra da Gávea é um túmulo de reis, com três sarcófagos (rei, rainha e príncipe) dourados ou de ouro puro.  

Um grupo de alpinistas se deparou à noite com um índio que mais parecia um Inca, e que armado com um arco, os perseguiu pela floresta durante grande parte do trajeto.

Um outro caso nos fala de soldados com armadura, parecendo centuriões romanos, que durante certas noites eram vistos rondando no topo da Pedra da Gávea.

Muito falado é o caso da procissão que desfila toda de branco no sopé da montanha, e que em determinado ponto, penetra rocha a dentro.

Temos ainda a princesa que certas pessoas vem na gruta da orelha, que aparece e desaparece através da rocha, exalando raros perfumes.”

E aí vai encarar? Para ler em inglês sobre os Fenícios e a Pedra da Gávea: http://phoenicia.org/brazil.html e/ou http://www.viewzone.com/gavea.html

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